Sábado, 19 de Novembro de 2011

Sátira de causas e efeitos e seus respectivos resultados

 

Sem se saber ainda bem como aconteceu, e jamais se saberá, caiu de um suporte mal escorado com uma altura de cerca de menos de metro e meio. Aturdido por uma sensação estranha de perca de sentidos, acompanhado por uma dor forte, dado que caiu meio desamparado. Fracturou 3 costelas, uma delas deslocou-se um bocadito e em outra ainda teve direito a uma fissura. Para obter tudo isto, fez uma dieta rigorosa semanas antes para que a massa muscular fosse pouco existente. Teve também direito, perante tudo isto, a internamento hospital de cinco dias e acesso gratuito a baixa com tempo indeterminado.

 

Desceu ao inferno seu porto habitual de abrigo, por falta de opção. Ressuscitou no dia seguinte, por intermédio de um endereço que não o seu e avisou os amigos do sucedido. Recebeu em troca vários emails de solidariedade e outros com grandes verdades incluídas, isto durante o seu tempo de recolhimento obrigatório de silêncio, durante cinco dias.

 

Voltou à comunicação social por via das teclas em que a forma habitual de rapidez nada fazia sentir a sua incapacidade, a não ser quando o assunto se dirigia para um lado menos apreciado e intrigo, aí a dor reaparecia imediatamente e o descanso imediato se tornava obrigatório. O recobro era feito aos fins-de-semana, dado que durante a semana não havia tempo. Recobro esse efectuado pelo próprio que se recolhia ao mais profundo silêncio, ordens do médico para mais rápido restabelecimento.

 

Fatidicamente, quinze dias após voltou ao hospital. Mas desta vez para acompanhar um familiar que com duas hérnias discais deu entrada pelas urgências e urgentemente no mesmo dia foi operado. Período de recobro para este infeliz ser humano, uma semana, nem mais um dia. Após isso já podia voltar a sua actividade, ou seja, no mínimo fazer alguma coisa de útil. Em contrapartida das costelas partidas, deslocada e fissura, relembrando que o recobro era feito aos fins-de-semana, o qual passadas algumas largas semanas, ainda se estava a restabelecer. Não esquecer que o recobro teve interregno.

 

Amedrontado e inseguro, pensando no futuro, antes infeliz mas seguro, do que feliz e futuro incerto, decidiu revender a alma ao diabo (que o diabo me perdoe).

Presentemente vive nas profundezas do inferno, mas quentinho, afinal é inverno, onde continuará até seu total restabelecimento, que só o diabo sabe quanto durará. Tudo isto até uma nova etapa, uma mudança da folha, um aturdir de ideias novas, onde o diabo sem contemplações o colocará de novo, debaixo do tecto das mais belas e sumptuosas estrelas, ao qual já está habituado, mas que jamais levará ao céu.

 

De facto a história repete-se em todos os seus estágios, mas há alguns estágios que nunca se completam, onde a roda da vida gira, gira e gira e a alma nunca sai de seu lugar, por falta de carácter, de força, de medos, de estagnação. Eis o livre arbítrio de cada ser humano que pretende continuar a sua aprendizagem e crescer, ou simplesmente estagnar em um cruzar de braços e nunca ter a garra e a força de se sentir algum dia plenamente realizado.

 

Desconhecendo em absoluto que a segurança de hoje, poderá ser o futuro mais incerto do amanhã.

 

Só progredimos na vida que desejamos se soubermos aprender com os nossos erros. Não errar é impossível!

 

Para progredir na vida é necessário adoptar uma atitude descontraída e agir sem ter medo do fracasso. É preciso ousar, agir, no sentido do caminho que queremos seguir, caminho esse que está bem dentro do nosso mais recôndito querer e que em dadas alturas tanto se manifesta. Progredir é libertar-se através da acção.

 

Quando  cometemos um erro, mais  vale  analisá-lo  imediatamente para saber aquilo  que não funcionou e  compreender onde e quando optamos  pelo
caminho errado ou pela má decisão.

 

É bastante importante analisar os nossos erros friamente e de todos os ângulos para explicar a falha que explica o nosso fracasso. Isto acontece a toda a gente, não é uma catástrofe.

 

Não se trata nem de nos julgarmos, nem de nos atirarmos pedras, desvalorizar-nos ou pensarmos que somos incapazes de ter sucesso.

 

O essencial é não baixar os braços, reconhecer os nossos erros, ver porque falhamos e aprender com isso.

 

Várias vezes alguém afirmou e reafirmou que seria capaz...LOL!!!

publicado por Sempre seriamente na boa às 14:01
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